Bairro Palmeiras – Unidade de educação demanda mais espaço e acessibilidade

Realizamos nesta terça-feira uma visita à Escola Municipal Professora Efigênia Vidigal, que fica no Bairro Palmeiras, Região Oeste da Capital, para conhecer sua estrutura física e levantar demandas que possam dar mais qualidade aos trabalhos pedagógicos. Entre as necessidades apontadas pela direção, a ampliação dos espaços para atividades do programa Escola Integrada e a instalação de rampas de acesso a algumas salas e a uma das portarias.

Criada há quase quarenta anos, a Escola Efigênia Vidigal funciona em terreno de aproximadamente 6000 m² e recebe diariamente cerca de 900 alunos da Rede Municipal de Ensino distribuídos em 15 turmas no período da manhã e 14 no período da tarde. A escola também atende alunos da Escola Integrada, projeto que, segundo a diretora, poderá ser desenvolvido totalmente dentro da escola. “Estamos batalhando a ampliação do espaço físico para a Escola Integrada. Hoje os meninos saem para algumas atividades, o que nos causa muitos problemas em época de chuva. Precisamos de mais espaços cobertos aqui na escola”, explicou Isabel Almeida. Criada há quase quarenta anos, a Escola Efigênia Vidigal funciona em terreno de aproximadamente 6000 m² e recebe diariamente cerca de 900 alunos da Rede Municipal de Ensino distribuídos em 15 turmas no período da manhã e 14 no período da tarde. A escola também atende alunos da Escola Integrada, projeto que, segundo a diretora, poderá ser desenvolvido totalmente dentro da escola. “Estamos batalhando a ampliação do espaço físico para a Escola Integrada. Hoje os meninos saem para algumas atividades, o que nos causa muitos problemas em época de chuva. Precisamos de mais espaços cobertos aqui na escola”, explicou Isabel Almeida.

Segundo a diretora Regional de Educação, Shirley Miranda, há espaços ao lado de prédios e onde existia uma horta que são propícios para a construção de grandes salas onde podem ser desenvolvidas atividades extraclasse com monitores da Escola Integrada. Para Miranda, a ampliação e utilização de espaços próprios é um projeto para toda a Rede. “Estamos em movimento de desaluguel e a ideia é que as escolas tenham espaço próprio para a Escola Integrada”, disse a diretora.

Outra ação a ser desenvolvida na escola é a ampliação da acessibilidade. Algumas salas e uma das portarias não têm rampas, dificultando o acesso de cadeirantes e pessoas com necessidades especiais. A adequação das estantes da biblioteca e a construção de uma brinquedoteca também foram apresentadas como prioridade para os alunos da escola.

Vamos fazer dois ofícios. Um para a Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo e outro para a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais. Neste ofício, vamos elencar cada uma das questões vistas por nós nesta visita, além das necessidades indicadas pela direção da escola.

Também participaram da visita a diretora da escola, Isabel Cristina de Almeida e Leonardo Melo, representante da Coordenadoria de Atendimento Regional Oeste.

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